quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

PLANEJAMENTO 2011


O STTRICO-CE, realizou neste ultimo dia 21 e 22 de Janeiro de 2011, o Planejamento Anual, onde teve a participação de Delegados, Diretores do STTR-ICO.
O evento contou ainda com a participação do Secretário de Políticas Agrícolas da FETRAECE, o Sr. Luiz Carlos, onde com sua vultosa participação e colabora contribuiu para a realização do mesmo.

Veja fotos do evento clicando na imagem no topo.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Icó é Notícia: Sesa confirma 30 casos de dengue, em 2011, no Icó

Icó é Notícia: Sesa confirma 30 casos de dengue, em 2011, no Icó

Chuva atinge 163 dos 184 municípios cearenses



ENTENDA A NOTÍCIA
Choveu em todas as regiões do Ceará, da manhã de domingo até o início da noite de ontem, caracterizando-se ainda como chuvas da pré-estação de acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos. A quadra chuvosa começa em fevereiro.

ONDE MAIS CHOVEU

Pacujá - 137 mm
Pires Ferreira - 135mm
Amontada - 126 mm
Graça - 122 mm
Horizonte - 107 mm
Trairi - 100 mm
Jaguaruana - 97 mm
Ipu - 94 mm
Lavras da Mangabeira - 91 mm
Mucambo - 90 mm
Icó - 87 mm
Tauá - 87 mm
Santa Quitéria - 84 mm
Tabuleiro do Norte - 82.4 mm
Orós 82 mm
Iguatu - 82 mm
Cedro - 81 mm
Ibiapina - 80 mm
Tianguá - 80 mm
Ibaretama - 77.6 mm
Reriutaba - 75 mm
Tauá - 72 mm

FONTE: Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Governo lança portal da cidadania.

Numeros referentes a Reforma Agrária em Icó-Ce.



SECRETARIA DE POLITICAS DE AGRARIAS DO STTRICO-CE

RELAÇÃO DE FAMILIAS ASSENTADAS PELO CREDITO FUNDIARIO NO MUNICIPIO DE ICÓ-CE.
ASSENTAMENTO MACAPA: 24 FAMILIAS
ASSENTAMENTO FAZENDA NOVA: 03
ASSENTAMENTO AGUA BRANCA: 04 FAMILIAS
ASSENTAMENTO BATOQUE, GLEBA 1,2,3: 16 FAMILIAS
ASSENTAMENTO LORETO: 13 FAMILIAS
ASSENTAMENTO FAZENDA DA SERRA PROSPERÁ: 11 FAMILIAS
TOTAL: 71 FAMILIAS
RELAÇÃO DE FAMILIAS ACAMPADAS PELO CREDITO FUNDIARIO NO MUNICIPIO DE ICÓ-CE.
P.A BERTIOGA: 06 FAMILIAS
P.A SALGADINHO, 1 E 2: 09 FAMILIAS
P.A MALHADA DA AROEIRA: 03 FAMILIAS
P.A MORADA NOVA: 06 FAMILIAS
P.A MUCURURE: 05 FAMILIAS
P.A RIACHO FUNDO: 04 FAMILIAS
TOTAL: 33 FAMILIAS

RELAÇÃO DE FAMILIAS ASSENTADAS PELO INCRA NO MUNICIPIO DE ICÓ-CE
ASSENTAMENTO BOM LUGAR: 25 FAMILIAS
ASSENTAMENTO CHICO MENDES: 86 FAMILIAS
ASSENTAMENTO ALEUDO: 64 FAMILIAS
TOTAL: 175 FAMILIAS
RELAÇÃO DE FAMILIAS ACAMPADAS PELO INCRA NO MUNICIPIO DE ICÓ-CE.
P.A MARIA DIAS: 146 FAMILIAS

TOTAL GERAL DE ASSENTADOS: 246 FAMILIAS
TOTAL GERAL ACAMPADO: 179 FAMILIAS

Biodiesel: Dilema Cerca Inclusão Social no Programa



Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) e Petrobras Biocombustível (PBio) destacam passos dados e fazem projeções para incluir mais famílias. Acadêmicos e organizações veem série de problemas que seguem em aberto

Por Antônio Biondi* e Maurício Hashizume**

O desafio da inclusão social por meio da produção de agrocombustíveis continua em aberto. Enquanto representantes do governo federal – que idealizou e mantém há seis anos o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) – e da estatal Petrobras Biocombustível (PBio) – agente econômica de peso que vem atuando com força no setor desde 2009 – tendem a sublinhar passos no sentido da integração de pequenos produtores espalhados pelo país, analistas, pesquisadores da área e integrantes de movimentos sociais camponeses levantam um amplo rol de problemas e limitações relacionadas ao processo de incentivo e apoio à produção com efeitos reais para a superação do quadro de vulnerabilidade.




A questão dos efetivos reflexos no âmbito da conformação da sociedade esteve no centro das discussões do seminário ”Políticas públicas e inclusão social através dos biocombustíveis”, realizado no último dia 14 de dezembro, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de Sâo Paulo (FEA/USP). O evento, que contou com participação de diversos setores sociais, foi promovido pelo Núcleo de Economia Socioambiental (Nesa), ligado à FEA/USP, em parceria com a ONG Repórter Brasil, a Universidade Federal do ABC (UFABC) e a Universidade de Wageningen, da Holanda.

Na esteira da adesão ampliada de 103 a 109 mil famílias associadas nos 63 pólos de produção de biodiesel, Marco Antônio Leite, coordenador geral da área na Secretaria da Agricultura Familiar (SAF) do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), destacou o investimento do governo no suporte ao cooperativismo (com especial atenção no incremento da capacidade de gestão), na assistência técnica e na pesquisa e inovação.

De acordo com Marco Antônio, o MDA firmou ainda contratos com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) para a formação de equipes de profissionais (como engenheiros, advogados e economistas) que estarão circulando pelas regiões Nordeste e Centro-Oeste. Paralelamente, estão sendo montadas Unidades Técnicas Demonstrativas, Centros de Excelência (compartilhados com governos estaduais) e de Referência, com envolvimento de universidades e centros de pesquisas, que pretendem se dedicar a diversas análises que vão desde a formação de preços dos agrobombustíveis até à participação mais ampla da agricultura familiar na referida cadeia produtiva.

Apesar dos esforços, a atenção recebida pelos cultivos ligados ao biodiesel dentro do próprio governo ainda é pequena perto do que ocorre com outros “carros-chefe” como a sojicultura. O próprio coordenador do MDA realçou a existência de uma diferença dentro da Empresa Brasileira de Produção Agropecuária (Embrapa): “mais de uma centena” estão envolvidos com a soja e alguns poucos se dedicam à mamona.




Entre os principais avanços do PNPB, Marco Antônio destacou o aumento da adesão de agricultores familiares (principalmente no Nordeste), a reformulação de regras (novas instruções normativas), o monitoramento e a avaliação geral do programa (por meio de boletins trimestrais e publicações em revista), o estímulo ao crédito direcionado e a parceria com assentamentos da reforma agrária (48 projetos em Goiás e 52 em Mato Grosso).

Já entre os desafios, o representante do MDA citou a necessidade de aprovação de uma proposta tributária para desonerar a produção de biodiesel, de elaboração das normas referentes à integração das cooperativas ao programa, do incentivo maior ao desenvolvimento tecnológico e à gestão no campo; e da formalização do Selo Combustível Social em lei.

“O grande foco é a inclusão social. Existem dificuldades, mas o programa avançou bastante”, comemorou Marco Antônio.

Na mesma linha, Jânio Rosa, da Petrobras Biocombustível (PBio), buscou frisar o compromisso da empresa, que vem atuando há cerca de dois anos e meio no setor, para o fortalecimento do programa. Atualmente, a empresa mantém laços com mais de 60 mil agricultores familiares (30 mil por meio de cooperativas e 30 mil por meio de contratos individuais). “Inclusão social”, destaca Jânio, ”é inclusão econômica e financeira”.

Nesse sentido, para que a “inclusão econômica e financeira” de pequenos produtores seja efetiva, Janio ressaltou que “apenas benefício fiscal não funciona”. Segundo ele, culturas utilizadas para a produção dos biocombustíveis “não entram [normalmente] no ´mercado´” e exigem a adoção de uma lógica distinta, com vínculos que possam se estender ao menos por cinco anos e uma política de preços que atenda as famílias. No caso específico da mamona, o quilo, que chegou a custar recentemente apenas R$ 0,25 na cotação comercial, é comprado por R$ 1,25 pela PBio.

A empresa dispõe de uma série de dados que demonstram a evolução do engajamento e da abrangência de sua atuação, que tem como um dos focos a região da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) – que inclui, além da Região Nordeste, o Norte de Minas Gerais. Foram definidas metas de aumento de produção, produtividade e renda, com apoio a iniciativas de cooperativismo e segurança alimentar. Para os próximos anos, o investimento da PBio somente na área de pesquisas está previsto, nas perspectivas apresentadas por Jânio, em R$ 500 milhões.

Atualmente, a PBio mantém quatro usinas de biodiesel em operação e está ampliando mais uma unidade. A capacidade instalada de produção da empresa, alcança 550 mil m. A estatal também desenvolve dois projetos de dendê no Pará e entrou pesado no mercado de etanol de cana-de-açúcar. Dez usinas sucroalcooleiras compõem o leque da empresa, que se apresenta como terceiro maior grupo do país em volume de moagem.




“Queremos ser um dos cinco maiores produtores mundiais de biocombustíveis até 2020″, adiantou o representantes da empresa. Outra meta da PBio é aumentar a renda dos agricultores familiares parceiros no negócio de produção dos agrocombustíveis em até 20%.
Lógica e transição
Integrantes de organizações sociais e do círculo acadêmico adotam um discurso mais cético na análise da relação entre agrocombustíveis e inclusão social. Para eles, ainda existem muitas lacunas e resistências que complicam passos mais largos do PNPB no sentido de política pública que seja de fato um vetor para a inclusão social da camada pobre do país.

Um ponto importante, na visão de Romário Rossetto, do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), diz respeito à diferenciação das iniciativas voltadas para a produção da agricultura familiar. Segundo ele, não se pode seguir as mesmas diretrizes empregadas em políticas destinadas à agricultura de caráter empresarial e comercial de larga escala.

A “lógica distinta” dos camponeses inclui o controle fundiário da terra, a utilização de força de trabalho familiar, a diversificação de cultivos e a preocupação com a sustentabilidade ambiental, seja por meio de produções consorciadas ou pela instalação de equipamentos como secadores solares e biodigestores. “São diferentes formas de sociabilidade”, disse Romário.

O MPA, que está presente em 17 Estados, vem desenvolvendo experiências que combinam o tungue com a criação de gado leiteiro. O movimento social adota princípios e práticas de “soberania energética”, com foco na autoprodução dos pequenos agricultores, na tentativa de apresentar e difundir alternativas ao modelo dependente do petróleo.

Como ponto de partida para o debate, o professor Ricardo Abramovay, da FEA/USP, avaliou que a definição de porcentagens cada vez maiores de biodiesel na composição do diesel combustível é relevante não apenas para ajudar na “descarbonização” da economia, mas também para a saúde dos moradores das grande metrópoles brasileiras.

Essa transição, contudo, tem sido acompanhada de uma série de problemas, segundo o mesmo professor. A proposta inclusiva e horizontal do PNPB - que parece ter surgido como contraponto ao caráter concentrador do Programa Nacional do Álcool (Proálcool), lançado em 1975 para estimular o setor da cana – ainda não vingou na prática. Diante do universo heterogêneo da agricultura familiar brasileira, é possível notar o acúmulo de crédito no Sul e de programas de transferência de renda no Nordeste.




Outro tema preocupante é a dificuldade no quesito da diversificação dos cultivos utilizados como matéria-prima para o biodiesel. O predomínio absoluto da soja (seguido de longe pelo sebo bovino) mostra o tamanho do desafio, uma vez que quem está no ramo da sojicultura dificilmente pode ser considerado pobre. “É imensa a dificuldade de ´sair´ da soja. Não é simples substituir um cultivo que se tornou o que se tornou no Brasil após muito investimento e amplo ambiente favorável”, complementou Ricardo.

A elevada utilização porcentual da soja para a produção do biodiesel reacende ainda o conflito entre a necessidade geração de energia e a demanda por alimentos. ”Como ainda estamos no B5, [esse problema ainda] não tem tanta relevância. Mas com o B20 (20%) ou o B30 (30%), certamente terá”, explicou o acadêmico da FEA/USP.

Nesse contexto, o professor também considera crucial que o PNPB seja avaliado cuidadosa e transparentemente do ponto de vista de seus possíveis impactos socioambientais. A abertura para auditorias independentes e a incorporação de critérios confiáveis são algumas medidas indicadas para a elevação qualitativa da cadeia produtiva do biodiesel.

Sem negar a relevância do empenho da PBio, Ricardo vê a necessidade de maior engajamento do setor industrial e financeiro para dar mais consistência ao mercado e assegurar uma dinâmica própria que não seja forjada de modo artificial. Um dos principais estímulos está na própria atualidade da agenda: energia mais limpa e combate à pobreza.

Agenda de pesquisa
O seminário dedicou parte de sua programação ao debate mais específico das perspectivas de uma nova agenda de pesquisas relacionada ao tema. O pequisador Cesar Chappa, pesquisador da Universidade Nacional de San Martin (UNSM), em Tarapoto (Peru), apresentou um relato sobre projetos com pinhão-manso que vem avançando no país.

Segundo ele, há avanços interessantes em curso, inclusive no que tange à inclusão de pequenos produtores. No entanto, há também temores, como o aumento do assédio direcionado à posse das terras cultivadas pela agricultora familiar, o acirramento dos conflitos fundiários, os possíveis riscos de prejuízos às zonas ricas em biodiversidade etc. Esse mesmo zelo com relação aos impactos sociais e ambientais da expansão do biodiesel foi reforçado por Marcel Gomes, do Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis (CMA) da Repórter Brasil, que destacou um conjunto de problemas apontados especialmente no relatório da organização que avalia o PNPB.




Na visão de Otto Hospes, da Universidade de Wageningen (Holanda), o PNPB inaugurou, em termos de governança, uma nova relação entre Estado e setor privado. A forma como se consolidará a relação com os pequenos produtores, completa, continua sendo um desafio. Para Otto, é importante que, além das pesquisas de campo, de caráter mais investigativo, também haja projetos de investigação mais voltados para a parte teórica e reflexiva.

Um dos dilemas apresentados por Georges Flexor, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), foi o da busca pela conciliação entre a escala de produção de biodiesel (2,5 bilhões de litros, conforme a cota definida pelo B5) com ênfase na inclusão social de famílias da agricultura familiar. Esse paradoxo terminou abrindo espaço, salientou, a quem já tinha mercado e patamar de renda (produtores de soja). Ele insiste na relevância do desenvolvimento de metodologias de pesquisa para estudar questões como os tipos de associação com os produtores, os traços das diferentes envolvidas em projetos e as particularidades das culturas escolhidas.

Pelo menos seis pontos sensíveis quanto ao PNPB podem ser identificados, segundo Arilson Favareto, da UFABC). O primeiro deles consiste na já citada combinação entre estruturas sociais e mercados. O segundo enfoca os impactos socioambientais. A lacuna da pesquisa e desenvolvimento compõe o terceiro; seguido pelo quarto concernente à visão estratégica (que engloba tributos, investimento público e privado, política energética etc.).

O quinto ponto sensível tem a ver com o protagonismo concentrado na PBio (com todo o seu viés favorável, mas que também traz consequências não desejáveis), enquanto o sexto trata da dificuldade no acesso à informação, uma vez que ainda falta transparência. Na avaliação de Arilson, o conteúdo gerado no bojo da nova onda de incentivo ao PNPB tem a capacidade de contribuir para a formação de um ambiente de trocas e reflexões que, se bem aproveitado, pode ajudar o programa a se definr e a se consolidar.

*do Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis

**Originalemnte publicada no site Repórter Brasil

Avisamos a todos que estamos voltando novamente a atualizar o nosso blog,

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Garantia Safra poderá ser liberado em julho


As poucas chuvas que caíram no Ceará levam agricultores a se reunirem, hoje, em Paramoti

Fortaleza. Liberação dos recursos do Programa Garantia Safra a partir do próximo mês de julho, manutenção do programa de carros-pipa e abertura de linhas de crédito para pecuaristas. Essas serão algumas das demandas a serem encaminhadas ao Ministério do Desenvolvimento Agrário pelo governador do Ceará, Cid Gomes. A previsão é de que o encontro no MDA aconteça já nesta semana, quando os prefeitos cearenses estarão em Brasília, participando da Marcha aos Prefeitos.

No Ceará, são 291 mil agricultores inscritos no Programa Garantia Safra, que recebem quatro parcelas de R$ 150,00. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce), as perdas de safra no Estado este ano já chegam a 57%. "O Garantia Safra é uma das mais importantes redes de proteção ao agricultor", considera Cid, que avalia que programas como esse, e como o Bolsa Família, têm diminuído a gravidade da estiagem. O governador disse também que o Ceará é o estado com maior número de vagas no Programa.

Cid também solicitou o empenho dos gestores municipais que estão com parcelas em atraso para regularizarem a situação e cobrou mais compromisso dos municípios que não aderiram ao Programa. Dos 177 municípios aptos a participarem do Programa, 122 estão com a situação regularizada. Este ano, os municípios têm a opção de escolher quem identificará as perdas. Se o Governo Estadual, pela Ematerce, ou um técnico do próprio município. 31 municípios ainda não definiram e portanto podem prejudicar a liberação do Garantia Safra.

Situação de emergência

O governador ainda adiantou que nos próximos dias deverá assinar o decreto que atesta a situação de emergência no Estado. Para o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Ceará (Fetraece), Moisés Braz, o assunto deve ser tratado com urgência pelos prefeitos, tendo em vista que os agricultores não têm outra expectativa que não seja os recursos do Garantia Safra. Já o secretário da Agricultura do município de Pedra Branca, Hélio Chaves, destacou que no município são mais de cinco mil agricultores inscritos e que os recursos para lá aportam mais de R$ 3 milhões a economia local. Na economia do Estado, o Garantia Safra injetará R$ 174 milhões.

Audiência pública

Preocupados com a estiagem que se abateu sobre o semiárido cearense, vereadores dos Municípios de Canindé, Caridade, Itatira, Paramoti, Madalena e Boa Viagem, que formam o Parlamento Regional dos Sertões de Canindé, realizam, hoje, às 9 horas, na sede da Casa Paroquial de Paramoti audiência pública para tratar assuntos relacionados à estiagem, pagamento do Garantia Safra e abastecimento de água nas comunidades rurais dos seis Municípios.

Conforme o presidente do Parlamento, vereador Francisco José Lopes de Oliveira, deverão participar deputados federal, Ematerce e Comissão de Agropecuária, Recursos Hídricos e Minerais da Assembleia Legislativa. A situação nos sertões de Canindé é de muita preocupação. Segundo dados da Ematerce, a perda da safra é de 80% para milho, 70% no feijão e 50% para mamona. Segundo o diretor do escritório local da Ematerce em Canindé, Francisco Paes Pinheiro, esses percentuais já são suficientes para decretar estado de emergência.

Escassez de chuva

Walmir Severo Magalhães, da Secretaria de Desenvolvimento Agrário, disse que na história do Ceará, "nos últimos 72 anos, nunca se tinha visto um mês de fevereiro tão ruim e há 56 anos não se tinha um mês de março tão fraco. Para se ter ideia choveu nos Sertões de Canindé 54,5% abaixo da média este ano. A média é de 756 milímetros em um inverno normal". Em Itatira choveu 67.2% a menos da média e, em Madalena, as chuvas caídas atingiram 63% abaixo da média esperada.

Segundo ele, é uma situação de emergência. "As chuvas de abril minimizaram o pasto, que assegura comida para os animais até os meados de junho. Apenas 67% do que era previsto foi plantado nos Sertões de Canindé. Em todo Sertão Central, a média gira em torno de 48% de todo plantio que estava previsto", explica. "O clima já é de apreensão. As chuvas não estão criando pasto. Chove, depois passa 8 dias sem chover e o pasto murcha e fica fraco", diz o agricultor Joaquim Clementino Braz, de 70 anos, da localidade de Primavera em Canindé. Domingo Forte, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, diz que tudo caminha para seca total.

Tristeza

"O clima já é de muita apreensão entre nós. As chuvas não estão criando pasto"
Joaquim Clementino Braz
Agricultor

MAIS INFORMAÇÕES
Secretaria do Desenvolvimento Agrário do Estado do Ceará
(85) 3101.8002
www.sda.ce.gov.br

PLENARIA DO DEPUTADO GUIMARAES


Companheiros/as,
A Plenária Estadual-Mandato do Deputado Guimarães foi um dos Eventos mais bem Articulado/Organizado que já participei. Estiveram presentes mais de 100 Diretórios Municipais e acima de 1000 Petistas e Convidados. Na verdade um momento muito importante para o Cenário da Política.
Dia 19/06/2010 será o Encontro do Diretório Estadual em que teremos a definição dos Nomes a serem Trabalhados e a Tática Eleitoral a ser aplicada. E Dia 27/06, a realização da Convenção.
Tenham um Bom Dilma!
Abraços: Cícero Dias.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Notas tecnicas relacionando os municipios aptos a produzir Girassol e Municipios ainda não zoneados que poderão produzir Mamona a fim de comercializar

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - SDA
EMPRESA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL - EMATERCE

NOTA TÉCNICA


CULTURA: GIRASSOL

O girassol (Helianthus annus) foi sempre considerado uma cultura de clima temperado, mas, levando-se em consideração o melhoramento genético realizado nos últimos anos, para a sua adaptação a diferentes regiões agroclimáticas mais quentes, e com maior irradiação solar, tem-se verificado a expansão dessa cultura, dos tradicionais países produtores, como a Argentina e Uruguai, para as regiões mais quentes do nordeste brasileiro. Aqui mesmo, no Ceará, em Quixadá, na Fazenda Lavoura Seca, a Universidade Federal do Ceará, realizou vários experimentos, envolvendo diversas cultivares de girassol, os quais ao final apresentaram resultados muito bons, que indicam a viabilidade do cultivo dessa cultura no Estado, desde que observados o sistema de cultivo compatível com os solos, considerando os seus tipos e aspectos edáficos com os devidos ajustes. Os estudos da UFC,com mais de 20 cultivares, mostraram produtividades que variaram de 1000 kg/ha até 1868 kg/ha. Em alguns blocos obteve-se produtividades acima de 2000 kg/ha, dependendo da cultivar. Outro aspecto relevante que o produtor deve estar atento é quanto a necessidade hídrica da cultura. O girassol tem apresentado excelente comportamento em ambientes com pluviosidade entre 500 a 700 mm de chuvas, bem distribuídos durante o ciclo da cultura (90 a 130 dias, conforme a cultivar).
Em áreas de pequenos agricultores, em Quixadá, sem adubação química, com pluviosidades abaixo da normal, foram obtidos resultados satisfatórios em campos de produção, em solos de textura média e baixas produções em solos arenosos.
Portanto, é de fundamental importância definir o tipo de solo e o período mais apropriado à semeadura da cultura do girassol em municípios do Estado do Ceará. O Governo do Estado do Ceará, através de sua Secretaria de Desenvolvimento Agrário e sua vinculada Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará, vêm predefinir os municípios que se enquadram nas especificações técnicas recomendadas. Abaixo, relação dos municípios com as respectivas épocas de plantio.
Considerou-se uma precipitação média maior que 500mm, durante o ciclo da cultura, com médias de 20 a 34 anos.
Solo Tipo 2: solos com teor de argila entre 15 e 35% e menos de 70% areia, com profundidade igual ou superior a 50 cm.
Solo Tipo 3: a) solos com teor de argila maior que 35%, com profundidade igual ou superior a 50 cm ou b) solos com menos de 35% de argila e menos de 15% de areia ( textura siltosa), com profundidade igual ou superior a 50 cm.
Para a identificação das áreas foi levantado, por município, a presença de manchas de solos do tipo “argissolo, latossolo, nitossolo e neosssolo flúvico” em associação com demais tipos e que apresentaram as seguintes acima.




ANEXO: Municípios do Ceará aptos a plantarem girassol

Municípios 044.Ibiapina 088.Penaforte
001.Abaiara 045.Ibicuitinga 089.Pereiro
002.Acarape 046.Icó 090.Piquet Carneiro
003.Acopiara 047.Iguatú 091.Porteiras
004.Altaneira 048.Independencia 092.Potengi
005.Alto Santo 049.Ipaumirim 093.Potiretama
006.Antonina do Norte 050.Ipú 094.Quiterianópolis
007.Aracati 051.Ipueiras 095.Quixadá
008.Aracoiaba 052.Itapajé 096.Quixelô
009.Ararendá 053.Itapipoca 097.Quixeré
010.Araripe 054.Itapiúna 098.Quixeramobim
011.Aratuba 055.Iracema 099.Redenção
012.Assaré 056.Irap.Pinheiro 100.Russas
013.Aurora 057.Itatira 101.Saboeiro
014.Baixio 058.Jaguaribara 102.Salitre
015.Banabuiú 059.Jardim 103.São Benedito
016.Barbalha 060.Jati 104.Santa Quitéria
017.Barreira 061.Juazeiro Norte 105.Santana do Acaraú
018.Barro 062.Jucás 106.Santana Cariri
019.Baturité 063.Lavras da Mangabeira 107.Sen. Pompeu
020.Beberibe 064.Limoeiro do Norte 108.Sobral
021.Boa Viagem 065.Madalena 109.Solonópole
022.Brejo Santo 066.Maranguape 110.Tabuleiro do Norte
023.Campos Sales 067.Massapê 111.Tamboril
024.Canindé 068.Mauriti 112.Tarrafas
025.Caridade 069.Meruoca 113.Tejussuoca
026.Cariré 070.Milagres 114.Tianguá
027.Capistrano 071.Milhã 115.Tauá
028.Carnaubal 072.Missão Velha 116.Tururu
029.Caririaçu 073.Morada Nova 116.Ubajara
030.Cariús 074.Mombaça 118.Uruburetama
031.Catunda 075.Mons. Tabosa 119.Umari
032.Catarina 076.Mulungu 120.Umirim
033.Cedro 077.Nova Olinda 121.Uruóca
034.Choró 078.Novo Oriente 122.Varjota
035.Crato 079.Nova Russas 123.Várzea Alegre
036.Crateús 080.Ocara 124.Vicosa do Ceará
037.Croatá 081.Orós
038.Farias Brito 082.Pacoti
039.Gal.Sampaio 083.Pacajus
040.Granjeiro 084.Palmácia
041.Guaiuba 085.Parambu
042.Guaraciaba do Norte 086.Paramotí
043.Ibaretama 087.Pedra Branca

COMO PROIBIR UM CLIP DESTE - POR CICERO DIAS

A letra fala de desmatamento, sobre pesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão.
O Detalhe: "Earth Song" nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe.
Ou seja, o que não passa nos EUA, não passa no nosso Brasil. Só mostram o que lhes interessa, e só assistimos o que eles querem.
Veja, então, o que os estadunidenses nunca mostraram e tentam esconder de Michael Jackson.
Filmado na Africa, Amazonia, Croácia e New York.
Emocionante!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

HÁ EXATAMENTE 70 ANOS - enviado por CICERO DIAS



Por favor, leia até o fim!



É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças aliadas

(Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, etc.),

General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos, e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos.



E o motivo, ele assim explanou:

'Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, em algum momento ao longo da história, algum idiota se vai erguer e dirá que isto nunca aconteceu'.

'Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam'. (Edmund Burke)







Relembrando:

Ha poucos dias, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque 'ofendia' a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu...

Este é um presságio assustador sobre o medo que está a atingir o mundo, e o quão facilmente cada país se está a deixar levar.

Estamos há mais de 60 anos do término da Segunda Guerra Mundial.



Este email está a ser enviado como um alerta, em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristão, 1900 padres católicos e muitas Testemunhas de Jeová, resumindo;

(SERES HUMANOS)

que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados, mortos à fome e humilhados, enquanto Alemanha e Rússia olhavam em outras direcções.



Agora, mais do que nunca, com o Irã, entre outros, sustentando que o 'Holocausto é um mito', torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.

A intenção de enviar este email, é que ele seja lido por, pelo menos, 40 milhões de pessoas em todo o mundo.

Seja voce também ciente e ajude a enviar o email para todos que forem possíveis. Traduza-o para outras línguas se for o caso!




Não o apague.



Vai gastar apenas, um minuto do seu tempo a reencaminhá-lo.



Talvez você possa estar pensando que são imagens forte demais para repassar aos seus amigos!

Mas elas são reais e a verdade nunca deve ser escondida, e os inocentes jamais esquecidos!









Muito Obrigado